quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Métodos infalíveis para criação de filhos!

No capítulo 2, JohnMcArthur inicia falando sobre a maior necessidade dos nossos filhos. Vocês já se questionaram sobre isso? Ainda não sou mãe, mas acho que esse é um questionamento de praxe dos pais.

O que pode acontecer quando não sabemos qual é a maior necessidade dos nossos filhos? Irmos em busca de "gurus" de criação de filhos, com programas detalhados e catálogos semelhante de regras para cada fase da vida até o casamento. Pois é. Agora, será mesmo que esse é o caminho correto? Muitos pais acabam ficando dependentes desses "métodos infalíveis para criação de filhos" a ponto de, muitas vezes, tornarem-se incapazes de pensar por si mesmos ou se sentirem medrosos em tomar decisões e atitudes diferentes do que aprenderam com os "métodos revolucionários". E isso é muito perigoso, porque a tarefa de educar, ensinar, moldar os filhos é dos pais! Se existe algo que deve influenciar e determinar a criação dos nossos filhos, é a Bíblia!

Sabe o que, infelizmente, tem sido uma armadilha para muitos pais cristãos? Não compreenderem a inclinação inata da criança para o mal! Ohhh!!! Uma criança??! É isso mesmo! Nossos filhos não vêm ao mundo buscando Deus e a justiça, eles nascem buscando a realização de seus desejos pecaminosos e egoístas. E não se perguntem de onde ou com quem seus filhos aprenderam isso, é uma disposição inerente.

É simples de entender, se nos despojarmos de qualquer orgulho sobre esse tema: Davi disse que sabia que era pecador desde que nasceu, desde que sua mãe o concebeu (Salmo 51:5). O salmista diz que os ímpios erram o caminho desde o ventre (Salmo 58:3). Em Romanos 3:10 lemos: "Não há nenhum justo, nem um sequer". Nossa natureza é pecaminosa. Não somos perfeitos até sermos arruinados por nossos pais, como alguns podem pensar.

Estranho encarar nossos "anjinhos" dessa forma né? Mas é como deve ser! E não sou eu nem o autor quem diz isso, é a Bíblia!

Agora, vamos deixar claro uma coisa: a inocência que nossos filhos têm quando vêm ao mundo diz respeito à ingenuidade e inexperiência, mas não é inocência com relação ao pecado. As atitudes e vontades de nossos pequenos são apenas reflexo do pecado que impulsiona seus coraçõezinhos. Se é muito difícil para alguns de vocês entenderem isso, pensem assim, como sugere o autor: meu filho(a) é uma versão minha em miniatura. Pronto.

Tudo o que é preciso para que nossos filhos deem livre expressão aos seus desejos é que eles tenham permissão e liberdade para tal. Sabe aquele estilo moderno de criar filhos, o estilo da "não-interferência"? Pois é, tolerância e passividade, afinal de contas, contenção e correção podem ser repressoras demais para a psiquê da criança. E assim, voltamos para o que foi falado no início: pais com medo de corrigirem seus filhos, porque os especialistas orientam a deixarem os filhos se expressarem livremente.

"A insensatez está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a livrará dela" (Provérbios 22:15).

Se os pais não tiverem compromisso em criar seus filhos na instrução e no conselho do Senhor, estes acabarão por dar plena expressão a sua depravação. O autor conclui esta parte dizendo que, em uma cultura como a nossa, é simplesmente perigoso um pai ou uma mãe permitirem que a própria natureza de um filho determine, no sentido moral e ético, o que ele vai ser tornar. Nesse cenário, só poderá haver um resultado: uma vida de pecado!

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