sábado, 17 de maio de 2014

Um desejo mais profundo

Há alguns dias li algo a respeito de COMO devemos fazer para vencer desejos pecaminosos (em uma das atualizações do Voltemos ao Evangelho que chegam ao meu e-mail, diariamente). Foi um vídeo curto, de menos de 2 minutos, mas que me fez refletir bastante. Comecei a pensar que, enquanto estivermos em corpo corruptível, seremos tentados de diversas maneiras e, não custa nada lembrar: tentados principalmente naquilo em que nossa carne é mais tendenciosa a vacilar. E quando falo em carne não me refiro apenas à tentação sexual. Podemos ser tentados a subornar alguém; a nos apropriar de algo que não é nosso (por mais insignificante que possa parecer); a lançar uma “mentirinha de nada”; a fazer o famoso “caixa dois” na empresa; a adulterar (lembre-se “qualquer que olhar para uma mulher para desejá-la, já cometeu adultério com ela no seu coração”, conforme Mateus 5:28); a fofocar (isso mesmo! Fofoca também é sinônimo de falso testemunho! E a Bíblia condena tal atitude, conforme Deuteronômio 5:20); e tantas outras coisas possíveis em nosso cotidiano.

Pensem comigo: se somos tentados naquilo em que nossa carne é mais fraca, quais as chances de cairmos? Inúmeras! E como devemos proceder, diante de situações como essa? No vídeo, Bob Glenn fala que o único jeito de um cristão vencer os desejos pecaminosos é substituindo-o por um desejo mais profundo! Isso mesmo! Aquela vontade pecaminosa será forçada a ir embora quando nutrimos um desejo maior por Deus, um desejo maior por Jesus! Sigamos o exemplo bíblico de Moisés:

“Pela fé Moisés, já adulto, recusou ser chamado filho da filha do faraó, preferindo ser maltratado com o povo de Deus a desfrutar os prazeres do pecado durante algum tempo. Por amor de Cristo, considerou a desonra uma riqueza maior do que os tesouros do Egito, porque contemplava a sua recompensa”. (Hebreus 11:24-26).


Quando contemplamos JESUS, o pecado não parece tão desejável.

Um comentário:

  1. Reflexão profunda e necessária...
    Seria bom se nós, os cristãos, considerássemos seriamente coisas assim, buscando a excelência no serviço a Cristo.Parabéns pela postagem, filha.:)

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